A revista Época, desta semana, publicou uma matéria sobre Rogério Gonçalvez Cunha, um "homem-placa" que ganha a vida na Avenida Paulista.
http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/1,,EMI74947-15375,00.html
Além de trabalhar de segunda a sexta, Rogério sai às ruas nos finais de semana levando cartazes com mensagens positivas, engraçadas e criativas com o propósito de melhorar o dia dos que por ali passam.
Até aí tudo bem, é uma história um tanto quanto normal, porém o que me chamou a atenção foi a alegria que este homem tem em desempenhar seu trabalho. Não é um trabalho que lhe proporciona status e muito menos rios de dinheiro, mas é o que deixa em paz seu coração.
É isso, gente! Trabalho também pode — e deve — dar prazer. Sempre me pego pensando em fazer algo que me complete a alma e me dê uma graninha no fim do mês. Não quero muito dinheiro, quero ter felicidade, ter tempo pra fazer outras pessoas felizes, ver o sol nascer, sentir a natureza. Ser um pouquinho Amelie Poulain não faz mal a ninguém.
Será que vale mesmo a pena pessoas se "matarem" por um emprego — a exemplo do programa "O Aprendiz"— com fardos pesadíssimos e humilhações públicas? Concordo que é um caminho muito mais rápido para ganhar um bom dinheiro e se tornar um bam bam bam nos negócios, mas eu, sinceramente, prefiro ser leve.
(Este comentário não tem como objetivo menosprezar o programa "O Aprendiz" e seus participantes, é apenas meu ponto de vista.)
Me anima saber que existem pessoas que fazem coisas por amor e que não levam jeito e não querem ser Gregor Samsa.
sábado, 30 de maio de 2009
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O fardo que carregamos por fazer parte do sistema capitalista baby!
ResponderExcluirRenda-se!
Vamo morar no mato e fazer trampo pra viver?
felizes são os hippes!
Nascemos na época errada mila. heheh